Como funciona o atendimento em casa
Sete momentos,da mensagem ao certificado.
O que acontece na sua casa, na ordem em que acontece. Quem vai é sempre a Barbara ou o Luiz — na maior parte das visitas, os dois.
A visita, do início ao fim
Antes de a agulha existir, existe uma conversa.
A ordem não é enfeite: é ela que deixa o animal mais calmo quando o exame começa — e que deixa você saber o valor antes de confirmar.
O primeiro contato já é atendimento.
No WhatsApp, a gente pergunta quem é o animal, o que mudou e em que cidade você está. Com isso, explicamos o que o caso exige — e só depois falamos de preço. O valor chega com tudo o que está incluído, antes de você confirmar.
É nessa conversa que aparece o que não cabe em casa. Se o quadro é agudo, não atendemos: procure imediatamente um hospital veterinário. Se o que você descreve já mostra que o caso precisa de estrutura que a casa não tem, a gente avisa antes de marcar e orienta a procurar um hospital veterinário.
Quando cabe, combinamos o dia — geralmente com um dia de antecedência, conforme a agenda.
Chegamos com o que o caso pede.
A maleta é montada para aquela visita, a partir do que você contou no WhatsApp: vacina, material de coleta, medicação, o que for preciso. Nada é improvisado na sua sala.
A conversa que também é aproximação.
Antes de examinar, a gente senta e conversa com você: histórico, rotina, o que mudou e desde quando. Essa anamnese sem pressa é também o tempo que o animal precisa para aceitar quem chegou. Ninguém puxa ninguém de dentro da cama dele.
Quem conhece o animal é você. O que ele come, onde dorme, o que mudou na semana — é daí que sai boa parte do raciocínio clínico. O resto vem do exame, e examinar fica mais fácil quando ele já parou de vigiar a porta.

Exame no puff, debaixo do cobertor dele. O procedimento onde ele está.
Rede, tapete, sofá. O exame, a vacina e a coleta acontecem no lugar onde o animal já está à vontade, com a menor contenção que o procedimento permite.
Um animal que não foi transportado, não esperou numa sala e não sentiu o cheiro de outros animais tende a chegar ao exame mais calmo. O medo muda o comportamento dele e pode limitar o que dá para examinar.

O tapete da sala, onde ele já estava deitado. Em dupla, como método.
Na maior parte das visitas, vamos juntos. Enquanto um examina, o outro acomoda o animal — duas pessoas facilitam o manejo e reduzem a contenção. Em ocasiões extraordinárias, vai um só. Sempre a Barbara ou o Luiz.
Não existe revezamento. Quem atende, discute o caso e volta no retorno é sempre a Barbara ou o Luiz.

Os dois no chão, ao lado da rede. Se o caso pedir estrutura, a gente diz.
Cirurgia e anestesia geral, exames de imagem, internação e transfusão não se fazem em casa. Quando o caso pede isso, explicamos o motivo, encaminhamos para hospitais com estrutura em Sorocaba e seguimos acompanhando. A escolha final é sempre sua.
Atender em casa também é saber quando não atender em casa. Encaminhar faz parte do método, não é desistir do caso.
Urgências e emergências não atendemos. Em quadro agudo, procure imediatamente um hospital veterinário.
O que fica na casa, e depois.
Carteira de vacinação atualizada, orientações por escrito e, ao fim de toda vacinação e coleta, o Certificado de Coragem no nome dele, assinado por quem o atendeu. Depois da visita, seguimos disponíveis para dúvidas sobre ela.
O registro do que foi feito vai para o prontuário digital.

O certificado sai no nome dele. Ele preferiu o colo.
No fim da visita
Certificado de Coragem.
Toda vacinação e toda coleta terminam com um documento impresso, no nome do animal, assinado por quem o atendeu. É o jeito de fechar a visita.
A coragem foi dele. A assinatura é nossa.
Junto com ele: a carteira de vacinação atualizada e as orientações por escrito.

Depois da coleta de exames 
Depois da coleta de exames 
Depois da vacina 
Depois da vacina
Próximo passo
O primeiro momentoé uma mensagem sua.
Conte quem é o animal, o que mudou e em que cidade você está. A visita começa aí.
- Segunda a sexta
- 8h–20h
- Sábado, domingo e feriados
- 8h–18h
Não atendemos urgências nem emergências. Em quadro agudo, procure imediatamente um hospital veterinário.