Lorenza & EspíndolaAtendimento veterinário domiciliar

Como funciona o atendimento em casa

Sete momentos,da mensagem ao certificado.

O que acontece na sua casa, na ordem em que acontece. Quem vai é sempre a Barbara ou o Luiz — na maior parte das visitas, os dois.

A visita, do início ao fim

Antes de a agulha existir, existe uma conversa.

A ordem não é enfeite: é ela que deixa o animal mais calmo quando o exame começa — e que deixa você saber o valor antes de confirmar.

  1. O primeiro contato já é atendimento.

    No WhatsApp, a gente pergunta quem é o animal, o que mudou e em que cidade você está. Com isso, explicamos o que o caso exige — e só depois falamos de preço. O valor chega com tudo o que está incluído, antes de você confirmar.

    É nessa conversa que aparece o que não cabe em casa. Se o quadro é agudo, não atendemos: procure imediatamente um hospital veterinário. Se o que você descreve já mostra que o caso precisa de estrutura que a casa não tem, a gente avisa antes de marcar e orienta a procurar um hospital veterinário.

    Quando cabe, combinamos o dia — geralmente com um dia de antecedência, conforme a agenda.

  2. Chegamos com o que o caso pede.

    A maleta é montada para aquela visita, a partir do que você contou no WhatsApp: vacina, material de coleta, medicação, o que for preciso. Nada é improvisado na sua sala.

  3. A conversa que também é aproximação.

    Antes de examinar, a gente senta e conversa com você: histórico, rotina, o que mudou e desde quando. Essa anamnese sem pressa é também o tempo que o animal precisa para aceitar quem chegou. Ninguém puxa ninguém de dentro da cama dele.

    Quem conhece o animal é você. O que ele come, onde dorme, o que mudou na semana — é daí que sai boa parte do raciocínio clínico. O resto vem do exame, e examinar fica mais fácil quando ele já parou de vigiar a porta.

    Luiz ausculta um gato acomodado num puff laranja sob o próprio cobertor, enquanto Barbara, agachada, o segura com as mãos
    Exame no puff, debaixo do cobertor dele.
  4. O procedimento onde ele está.

    Rede, tapete, sofá. O exame, a vacina e a coleta acontecem no lugar onde o animal já está à vontade, com a menor contenção que o procedimento permite.

    Um animal que não foi transportado, não esperou numa sala e não sentiu o cheiro de outros animais tende a chegar ao exame mais calmo. O medo muda o comportamento dele e pode limitar o que dá para examinar.

    Luiz, curvado, ausculta um gato cinza deitado de lado no tapete da sala
    O tapete da sala, onde ele já estava deitado.
  5. Em dupla, como método.

    Na maior parte das visitas, vamos juntos. Enquanto um examina, o outro acomoda o animal — duas pessoas facilitam o manejo e reduzem a contenção. Em ocasiões extraordinárias, vai um só. Sempre a Barbara ou o Luiz.

    Não existe revezamento. Quem atende, discute o caso e volta no retorno é sempre a Barbara ou o Luiz.

    Barbara e Luiz sentados no chão, sorrindo, ao lado de um gato cinza que dorme de barriga para cima na rede
    Os dois no chão, ao lado da rede.
  6. Se o caso pedir estrutura, a gente diz.

    Cirurgia e anestesia geral, exames de imagem, internação e transfusão não se fazem em casa. Quando o caso pede isso, explicamos o motivo, encaminhamos para hospitais com estrutura em Sorocaba e seguimos acompanhando. A escolha final é sempre sua.

    Atender em casa também é saber quando não atender em casa. Encaminhar faz parte do método, não é desistir do caso.

    Urgências e emergências não atendemos. Em quadro agudo, procure imediatamente um hospital veterinário.

  7. O que fica na casa, e depois.

    Carteira de vacinação atualizada, orientações por escrito e, ao fim de toda vacinação e coleta, o Certificado de Coragem no nome dele, assinado por quem o atendeu. Depois da visita, seguimos disponíveis para dúvidas sobre ela.

    O registro do que foi feito vai para o prontuário digital.

    Barbara segura um Certificado de Coragem enquanto Luiz carrega no colo o gato cinza que acabaram de atender
    O certificado sai no nome dele. Ele preferiu o colo.

No fim da visita

Certificado de Coragem.

Toda vacinação e toda coleta terminam com um documento impresso, no nome do animal, assinado por quem o atendeu. É o jeito de fechar a visita.

A coragem foi dele. A assinatura é nossa.

Junto com ele: a carteira de vacinação atualizada e as orientações por escrito.

  • Cão idoso, preto e branco, em uma cadeira de rodas para as patas traseiras, ao lado do seu Certificado de Coragem pela coleta de exames
    Depois da coleta de exames
  • Gato preto lambendo o focinho sobre um tecido vermelho, ao lado do seu Certificado de Coragem pela coleta de exames
    Depois da coleta de exames
  • Pug de roupa estampada, com a língua para fora, atrás do seu Certificado de Coragem pela vacinação
    Depois da vacina
  • Gato cinza deitado no tapete ao lado do seu Certificado de Coragem pela vacinação
    Depois da vacina

Próximo passo

O primeiro momentoé uma mensagem sua.

Conte quem é o animal, o que mudou e em que cidade você está. A visita começa aí.

Agendar pelo WhatsApp (abre o WhatsApp em nova aba) Montar a mensagem
Segunda a sexta
8h–20h
Sábado, domingo e feriados
8h–18h

Não atendemos urgências nem emergências. Em quadro agudo, procure imediatamente um hospital veterinário.